Portugal em movimento
Este novo ano de 2025 nasce revestido de renovação e da esperança. Renovação de políticas, de objetivos, de energia e de compromisso. Esperança nos resultados, nas oportunidades que vamos agarrar e nas dificuldades que vamos superar.
Em 2024, na sequência das eleições legislativas de 10 de março, Portugal iniciou uma mudança de ciclo político que se traduziu num movimento de viragem e transformação do país, com reflexo direto nas condições de vida dos portugueses.
The new Government came to improve people’s lives, the lives of all people, without exception. It did not come to leave everything the same, nor to criticize or justify itself with the past. It came with a new vision for Portugal, new priorities, new choices. With a new attitude as well. Always with democratic humility, but with an unshakable determination to fulfill the program that the Portuguese people chose and approved. A program that takes care of the present and builds the future. It is this movement that enables us to progress and live better.
Estamos a implementar transformações estratégicas e estruturais com impacto na vida das famílias e das empresas e na sustentabilidade e competitividade do país. Começámos por baixar os impostos sobre os rendimentos dos trabalhadores e das empresas, bem como sobre as pensões, ao mesmo tempo que investimos na recuperação dos serviços públicos de saúde, ensino, transporte ou segurança.
Estamos a encetar, em conjugação de esforços com os sindicatos, uma valorização geral dos trabalhadores do Estado e a melhorar as remunerações e carreiras de setores-chave da administração pública, como professores, forças de segurança e forças armadas, funcionários da justiça e do sistema prisional, enfermeiros e outros profissionais da área da saúde.
Por outro lado, em sede de Concertação Social, conseguimos chegar a acordo para um aumento mais acentuado do salário mínimo nacional (atingindo os 1020 euros no final da legislatura) e, consentaneamente, estimular o aumento do salário médio.
E estamos, de igual forma, a fazer tudo para que os nossos jovens permaneçam em Portugal, dando-lhes as condições e os instrumentos para desenvolverem aqui, no seu país e junto das suas famílias e amigos, os seus projetos pessoais e profissionais, sem terem de emigrar.
Aos que trabalharam uma vida inteira, queremos assegurar uma velhice digna e com o máximo de qualidade possível. Para isso, procedemos já à atualização de todas as pensões, aumentámos duas vezes o complemento solidário para idosos (eliminando a condição de recursos do rendimento dos filhos) e atribuímos um suplemento extraordinário de pensões até 1527 euros. Além disso, os pensionistas com rendimentos mais baixos passaram a ter acesso gratuito aos medicamentos de que precisam, para que nunca tenham de escolher entre a mercearia ou a farmácia.
Tudo isto, e muito mais, foi alcançado em menos de um ano e sem colocar em causa o rigor e equilíbrio orçamental. Estamos determinados em provar que é possível termos menos impostos e melhores salários e pensões como elemento central de uma nova política económica e social, que traga mais justiça e progresso para todos. O facto de termos aprovado o primeiro Orçamento do Estado que não aumenta um único imposto indica-nos que estamos no bom caminho.