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Ranking de Crescimento dos Preços das Casas em Portugal: Quais São as Cidades que Mais Estão a Valorizar em 2026?

22 maio 2026, 11:30

Ao longo do último ano, o mercado imobiliário português continuou a aquecer. Segundo os dados mais recentes de 2026, o crescimento dos preços já não se limita apenas a Lisboa e Porto — cada vez mais cidades secundárias começam a apresentar valorizações significativas.

Abaixo está uma referência da valorização anual dos preços imobiliários nas principais cidades portuguesas (dados Idealista, março de 2026):

RankingCidadeCrescimento AnualPreço Médio
1Santarém+26.5%€1,777/㎡
2Guarda+26.0%€1,050/㎡
3Viseu+24.2%€1,911/㎡
4Beja+23.2%€1,389/㎡
5Coimbra+16.0%€2,387/㎡
6Leiria+15.6%€1,876/㎡
7Faro+15.0%€3,549/㎡
8Braga+11.6%€2,197/㎡
9Porto+10.2%€4,085/㎡
10Lisbon+9.6%€6,082/㎡

Fonte: Idealista, INE e relatórios do mercado imobiliário português de 2026.

Lisboa continua a ser a cidade mais cara de Portugal, com o preço médio anunciado a atingir €6.082/m² em março de 2026 — claramente acima de cidades como Porto, Faro ou Braga. No entanto, precisamente por os preços já se encontrarem em níveis muito elevados, o ritmo de crescimento tornou-se relativamente mais moderado.

Isto revela uma tendência clara no mercado imobiliário português: enquanto as cidades principais continuam caras e estáveis, os crescimentos mais rápidos começam a deslocar-se para cidades secundárias, regiões do interior e áreas periféricas com boas ligações de transporte.

Cidades como Braga, Coimbra e Leiria são bons exemplos disso. Os preços imobiliários nestas zonas continuam inferiores aos de Lisboa e Porto, mas fatores como crescimento populacional, universidades, oportunidades de emprego e um custo de vida mais acessível continuam a impulsionar a procura habitacional.

Os dados do INE referentes ao quarto trimestre de 2025 mostram também que, entre as cidades de maior dimensão, Braga registou um preço mediano de transação próximo dos €2.100/m², representando uma subida anual de 21,9%, enquanto Leiria apresentou um crescimento de 23,3%.

O que estas cidades têm em comum é que os preços continuam relativamente acessíveis, enquanto a procura continua a aumentar. Comparativamente às cidades principais, estes mercados tendem a oferecer uma combinação mais equilibrada entre rendimento de arrendamento e potencial de valorização no longo prazo.

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